top of page
Buscar

É SÓ PLACA PRA TODO LADO! Promessas de obras eleitoreiras não saem do papel e frustram população de Simões Filho

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 8 de jun. de 2024
  • 3 min de leitura

Reprodução Redes Sociais


A situação em que promessas de obras eleitoreiras não saem do papel e acabam frustrando a população é um problema recorrente e que gera descontentamento e desconfiança nos eleitores. A prática de utilização de promessas de obras como estratégia eleitoral, sem um planejamento efetivo e comprometimento real com a execução das mesmas, pode impactar negativamente na relação entre os políticos e a população, comprometendo a credibilidade e a confiança nas instituições públicas.

 

No período eleitoral, há sempre um dos artifícios presente na relação entre candidatos, eleitores e sociedade – as famosas promessas de campanha. Em sua grande maioria, os candidatos são exímios nas promessas eleitoreiras, são incontáveis na história das eleições as promessas dos candidatos, a exemplo do atual prefeito de Simões Filho, Diógenes Tolentino, que através do uso da máquina pública, tem feito promessas de obras eleitoreiras enganadoras e falsas por toda a cidade, com o intuito demagógico de atrair e conquistar adeptos e eleitores na tentativa de eleger o sucessor Del do Cristo Rei (União Brasil), atualmente presidente da Câmara Municipal.

 

A multiplicação de placas e anúncios de obras que não se concretizam reflete a falta de compromisso e responsabilidade por parte dos gestores públicos, que muitas vezes buscam ganhar popularidade por meio de promessas que não serão efetivamente cumpridas. Essa prática não apenas frustra a expectativa da população, mas também desperdiça recursos públicos e prejudica o desenvolvimento e bem-estar da comunidade.

 

Diante das promessas factíveis e enganosas, o eleitor e a população devem exercitar sua capacidade de discernimento em verificar a vida pregressa dos políticos que pleiteiam cargos eletivos e identificar a honestidade e a responsabilidade no discurso e na prática dos candidatos antes de depositar neles o voto de confiança nas urnas ou alijando-os de suas pretensões eleitorais. O descumprimento de promessas por parte dos candidatos foge aos controles ou meios legais, todavia, não deveria escapar ao juízo ético e ao senso crítico do eleitorado durante a campanha e, sobretudo, no ato de votar. Pelo menos, algo já está sendo feito, visando uma maior responsabilização pelos candidatos em relação as suas promessas durante o momento eleitoral. Há, de fato, uma responsabilidade recíproca dos atores neste período eleitoral, principalmente, a do eleitor, que não deve deixar-se levar por promessas enganosas, falsas e vazias de benefícios e obras eleitoreiras a ponto de ser forçado ou obrigado a votar neste ou naquele determinado candidato.

 

Para evitar esse tipo de situação, é fundamental que os eleitores estejam atentos aos compromissos assumidos e cobrem e exijam que políticos e gestores públicos ajam com transparência, seriedade e comprometimento com o interesse público. As promessas de obras e melhorias devem ser embasadas em planejamento, viabilidade técnica e financeira, além de serem acompanhadas de um efetivo plano de execução e monitoramento. A participação da sociedade civil no acompanhamento e fiscalização das ações do poder público também é essencial para garantir a efetividade e a prestação de contas das promessas feitas durante o período eleitoral.

 

É importante que a população esteja atenta e exigente em relação às promessas de obras eleitoreiras, cobrando dos políticos e gestores públicos ações concretas e transparentes que contribuam efetivamente para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida da comunidade. O diálogo, a participação ativa e o monitoramento das ações do poder público são fundamentais para assegurar a efetividade das políticas públicas e o cumprimento das promessas feitas durante as campanhas eleitorais.


Veja imagens:






 

 
 
 

Comentários


bottom of page