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Vereadores debatem situação de calamidade e crise do Hospital Municipal de Simões Filho em primeira Sessão Ordinária agitada

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 27 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura
Jorge Reis/Ascom Câmara
Jorge Reis/Ascom Câmara

 

A primeira sessão ordinária do ano da Câmara Municipal de Simões Filho, conduzida pelo presidente da Casa, Itus Ramos (PSDB), realizada na última terça-feira, 25, foi marcada por discussões acaloradas sobre a situação calamitosa e crítica do Hospital Municipal de Simões Filho (HMSF). Os vereadores se uniram para discutir melhorias necessárias, mas também evidenciaram as tensões políticas que permeiam a administração local.

 

Durante a sessão, os vereadores apresentaram várias indicações para aprimorar os serviços no município. O vereador Moisés Santos (PRD) destacou a urgência de aumentar a fiscalização e a ampliação da ala de emergência do hospital.

 

“Precisamos de um atendimento mais eficiente e melhores condições para a população”, enfatizou ele, ao cobrar um maior comprometimento dos funcionários que ocupam cargos indicados por vereadores e lideranças políticas.

 

Divisão de Opiniões

 

A discussão, no entanto, ganhou contornos de disputa política quando o vereador Roberto Souza tentou atribuir as dificuldades enfrentadas no Hospital Municipal ao Governo do Estado. Moisés Santos ressaltou que “não é hora de apontar culpados, mas sim de buscar soluções” para os problemas que afetam a saúde da população.

 

O vereador Glauber (PT) também se manifestou, afirmando que as portas da Secretaria Estadual de Saúde sempre estiveram abertas para o município. O presidente da Câmara, Itus Ramos, parabenizou Glauber, mas criticou a falta de disposição do Governo do Estado para atender às demandas locais, acentuando a necessidade de parcerias com outras esferas de governo.

 

A tensão política se intensificou com a intervenção do vereador Joka da Farmácia (União Brasil), que transferiu para o edil petista a responsabilidade de manter contato com o governo estadual. Essa manobra evidenciou as divisões dentro da Câmara e a busca por destaque político em meio à crise.

 

Contradições e Desafios

 

As discussões na Câmara também trouxeram à tona a contradição nas declarações do atual prefeito Del (União Brasil), que durante a campanha eleitoral de 2024 afirmou que o município não precisava do apoio dos governos federal e estadual. Essa posição foi contestada pelos vereadores Itus Ramos, Roberto Souza (PL) e Joka da Farmácia, que defenderam a necessidade de parcerias para enfrentar os desafios locais.

 

A sessão ainda contou com a presença da vereadora Andrea Almeida (União Brasil), que fez sua estreia em uma Sessão Ordinária. No entanto, ela se retirou do encontro alegando questões pessoais, um ato que gerou curiosidade sobre o engajamento da nova vereadora nas atividades legislativas.

 

Expectativas Futuras

 

O debate intenso sobre a situação do Hospital Municipal de Simões Filho e as tensões políticas entre os vereadores refletem um cenário desafiador para a administração local. À medida que a população aguarda soluções concretas para os problemas enfrentados na saúde, as discussões na Câmara Municipal prometem continuar a ser um palco de confrontos e busca por melhorias para a comunidade.

 

Com informações do Tudo é Política

 
 
 

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