top of page
Buscar

“Uma demonstração clara da vontade da maioria. Onze vereadores declararam mais uma vez apoio à nossa chapa", diz Itus Ramos sobre base de apoio para eleição da Mesa Diretora da Câmara biênio 2027/2028

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 1 de jul.
  • 3 min de leitura

Enquanto a eleição da Mesa Diretora é suspensa por decisão da justiça, atual presidente da Câmara clama por autonomia e independência institucional e critica judicialização do processo eleitoral da Casa Legislativa. Impasse jurídico e político gera tensão entre Executivo e Legislativo Municipal


Divulgação/Ascom Câmara
Divulgação/Ascom Câmara

 

No centro de uma controvérsia jurídica que tem agitado o cenário político local, o presidente da Câmara Municipal de Simões Filho, Itus Ramos, se posiciona como um defensor da autonomia e da independência institucional e legislativa, apesar da suspensão, por decisão da justiça, da eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Em uma declaração consistente e contundente, Itus destacou o apoio inabalável de 11 vereadores, que manifestaram publicamente sua intenção de reeleger o atual chefe do Legislativo e considerou o posicionamento dos edis como uma "eleição moral", mesmo diante da interferência do Executivo e do Judiciário de barrar ou travar o processo eleitoral interno da Casa Legislativa.

 

"Hoje não tivemos uma eleição oficial, porque a Justiça impediu. Mas tivemos uma demonstração clara da vontade da maioria da Câmara. Onze vereadores declararam, mais uma vez, apoio à nossa chapa", declarou Itus.

 

A sessão ordinária de terça-feira, 30, ocorreu mesmo com a nova decisão judicial que impediu a eleição, o que acirra os ânimos entre os pares e levanta questionamentos sobre a legitimidade do processo judicial em curso. “O que está em discussão não é o nome de Itus Ramos, mas a validade da Lei Orgânica e do Regimento Interno da Câmara. É isso que nos causa estranheza.” afirmou Itus, ao ressaltar a necessidade de uma decisão que deve ser exclusiva e privativa entre os parlamentares, longe da influência e da interferência do Executivo e do Judiciário.


"A Justiça suspendeu apenas a eleição da Mesa Diretora, não a realização da sessão. Os trabalhos legislativos continuam normalmente e a Câmara ainda precisa votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias antes do recesso parlamentar", explicou Itus.

 

Ramos não hesitou em criticar a judicialização do processo, responsabilizando o Executivo e os outros seis vereadores aliados do prefeito Devaldo Soares pela situação. A ausência de diálogo com o gestor desde o primeiro embargo judicial, ocorrido em 16 de junho, revela um clima de tensão que permeia a relação entre os poderes.

 

Além disso, a falta de apoio dos vereadores que apoiam a chapa rival, encabeçada pelo vereador Sid Serra, intensifica a polarização.

 

Um fato que chamou atenção foi a ausência na sessão de terça dos vereadores que apoiam a chapa encabeçada pelo vereador Sid Serra, candidato à presidente da Câmara indicado pelo prefeito Devaldo Soares.

 

Na mesma sessão, Itus elogiou a cobertura equilibrada da imprensa, ao mesmo tempo em que criticou, sem citar nomes e veículos de comunicação, a desinformação que, segundo ele, tem prejudicado a compreensão do público sobre o processo legislativo.

 

Com a esperança de um encontro cordial, harmônico e respeitoso com o prefeito Devaldo Soares e os demais vereadores durante as celebrações do Fogo Simbólico da Independência da Bahia, o presidente pediu tranquilidade à população de Simões Filho e reafirmou sua confiança na Justiça.


“A população pode ficar tranquila. Confiamos em Deus, confiamos na Justiça e acreditamos que tudo será resolvido no tempo certo. As dificuldades passam e o trabalho em favor da cidade continuará.” finalizou, ao deixar claro que a luta pela independência do Legislativo já começou.

 

Redação Notícias do Poder com informações do Panorama de Notícias

 

 
 
 

Comentários


bottom of page