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Tentativa de manobra jurídica de vereadores da base governista e do prefeito Devaldo Soares para inviabilizar reeleição de Itus Ramos à presidência da Câmara Municipal de Simões Filho

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 16 de jun.
  • 2 min de leitura

Edis da base aliada e lideranças ligadas ao governo local buscam impedir renovação de mandato do atual chefe do Legislativo para a composição da Mesa Diretora - biênio 2027/2028 no jogo político pelo poder

 

Reprodução
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A recente tentativa de manobra jurídica por parte dos vereadores da base governista em Simões Filho levanta questões alarmantes sobre a integridade da política local. A interferência política do prefeito Devaldo Soares e de aliados do gestor busca barrar a reeleição de Itus Ramos à presidência da Câmara – biênio 2027/2028, uma jogada vista como uma ameaça direta ao atual chefe do Poder Legislativo Municipal. Contudo, essa manobra não é apenas uma questão de estratégia eleitoral, é uma clara evidência de um moralismo de conveniência que ignora a própria Lei Orgânica do Município quando esta não lhe convém.

 

A antecipação da eleição da Mesa Diretora, marcada para o dia 16 de junho, esbarrou em uma decisão liminar concedida pelo juiz Dr. Moisés Argones Martins, que suspendeu o processo eleitoral da Casa Legislativa, após um Mandado de Segurança impetrado pelos vereadores Berlindo Gazineu ‘Belo’ e Adeilson de Jesus Santos 'Del Capoeira', uma vez que Belo Gazineu é o candidato indicado pelo prefeito Devaldo Soares para disputar eleição à presidência da Casa Legislativa. O argumento utilizado para justificar essa intervenção é uma suposta violação da Lei Orgânica que estabelece eleições apenas em novembro do segundo ano da legislatura. No entanto, essa mesma lei foi ignorada quando os interesses do ex-prefeito Diógenes Tolentino estavam em jogo.

 

A trajetória política de Itus Ramos, que sempre foi um fiel defensor do governo municipal, agora se transforma em um campo de batalha. Ele não apenas sustentou a gestão municipal em momentos críticos, mas também atuou como um mediador em crises que poderiam ter explodido em conflitos maiores. A suposta traição política do atual prefeito e de seus aliados a um dos seus maiores defensores é uma jogada arriscada, que pode desencadear uma dissidência ainda maior nas eleições majoritárias em outubro de 2026 que se aproximam.

 

Com a intervenção judicial, as principais peças e aliados do governo municipal não apenas perdem o controle de um dos principais trunfos políticos na Câmara, mas também fragiliza sua própria base, dividindo vereadores e alimentando a oposição.

 

A pergunta que paira sobre Simões Filho é: até quando a política continuará a ser manipulada por liminares e conveniências que servem apenas aos interesses de poucos que se utilizam de estratégias e movimentações questionáveis somente em busca do poder em detrimentos de aliados?


Leia trecho da Lei Orgânica do Município:


 


Redação Notícias do Poder com informações do Redação Nacional

 
 
 

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