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SUSPEITA DE INTIMIDAÇÃO EM AUDIÊNCIA: Ex-prefeito Diógenes Tolentino é apontado por suposta tentativa de coação a testemunhas em Ação de Investigação Judicial Eleitoral

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 20 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
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Na audiência de instrução da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE nº 0600748-94.2024.6.05.0033), realizada em 13 de agosto no Fórum Professor Josaphat Marinho, em Simões Filho, o ex-prefeito Diógenes Tolentino, réu por suposto abuso de poder político e econômico, se envolveu em um incidente alarmante. Sua entrada na sala reservada às testemunhas não foi apenas um ato cordial, mas um movimento calculado de investida de intimidação.


Com gestos de cumprimento firmes e olhares firmes, Diógenes Tolentino buscou exercer pressão psicológica sobre as testemunhas presentes. Entre elas, Carmen Carolina, uma testemunha-chave do processo, acabou passando mal após o encontro, necessitando de atendimento do SAMU, em decorrência do abalo emocional que sofreu. Sua situação traz à luz um sério problema: a coragem das testemunhas é ameaçada por táticas de constrangimento.


Fabiana Almeida, outra testemunha de acusação, relatou ao juiz que se sentiu coagida pela presença do ex-prefeito em um ambiente que deveria ser seguro e reservado, ao confirmar que o ato foi uma clara estratégia de tentativa de intimidação. Essa situação irregular foi registrada oficialmente e levantada pelo advogado Luciano Marcos Ferreira, que protocolou uma Representação por Coação no curso do processo, com base no fundamento no Artigo 344 do Código Penal. A denúncia pede a proibição de qualquer contato de Diógenes Tolentino com as testemunhas, seu afastamento de futuras audiências e a inclusão do incidente no mérito da AIJE, sublinhando um histórico de suposto abuso e obstrução da Justiça.


Se comprovada a gravidade do ato, a situação expõe a persistência da velha política de intimidação em Simões Filho. A AIJE, que já envolve investigações sobre manipulação de eleições por meio do uso da máquina pública, agora adquire novos contornos com as denúncias de suposta coação.


A população de Simões Filho observa atentamente: até quando a Justiça permitirá que a arrogância do poder intimide testemunhas e busque silenciar a verdade? Fica o clamor por justiça em uma situação que fere a dignidade do sistema eleitoral e os direitos fundamentais das testemunhas. A Justiça Eleitoral deve se manifestar, garantindo que a voz do povo seja ouvida, livre do medo e da repressão.


Leia a minuta da Representação:



Com informações do Blog Crônicas do Bom Velhinho

 
 
 

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