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SITUAÇÃO DE ANGÚSTIA E DESESPERO: Paciente internada no Hospital de Simões Filho clama por regulação após 20 dias de espera

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 6 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
Reprodução
Reprodução

A dor e a angústia de uma mãe se transformaram em um grito silencioso dentro das paredes do Hospital Municipal de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Após 20 dias de internação devido a uma fratura no fêmur, a paciente, que não se identifica no vídeo, implora por regulação e visa entender a situação que a mantém afastada do filho de apenas 3 anos de idade, que aguarda ansiosamente o retorno da mãe em casa, doente e febril.


Emocionada, ela compartilha sua angustiante realidade. "Gente, eu estou aqui nesse hospital já faz 20 dias com meu fêmur fraturado esperando essa bendita regulação, com meu filho com febre e gripado me esperando em casa, e eu já não sei mais o que fazer e todo mundo que entra na sala, sai e eu aqui só no aguardo, 20 dias hoje, eu não sei mais o que fazer. É uma mãe de um filho de 3 aninhos que está em casa me chamado todos os dias e eu não sei o que responder pra ele", contou.


O relato da paciente ecoa em muitos corredores de hospitais pelo país, onde a demora na regulação de pacientes é uma realidade alarmante. A inquietação da mãe traduz o sofrimento de estar longe de seu filho em um momento de fragilidade, somado à incerteza de uma solução que parece distante.


Familiares e amigos têm se mobilizado em busca de respostas e soluções. A situação dela gera um clamor por mais agilidade nos processos de regulação hospitalar, destacando a necessidade urgentíssima de reformas no sistema de saúde que garantam dignidade e celeridade aos pacientes que dependem deste suporte vital.



Enquanto isso, a paciente segue sua luta diária, na esperança de que a próxima notícia a tire da espera e a leve de volta ao colo de seu pequeno, que não consegue compreender o motivo da ausência da mãe. A história dela não é um caso isolado, mas sim um chamado à ação, um alerta que pede por um olhar mais atento e humano nas instituições de saúde.

 
 
 

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