top of page
Buscar

SIMÕES FILHO SUBMERSA E EM SITUAÇÃO DE CALAMIDADE PÚBLICA: montante vultoso de R$ 4 bilhões não impediu alagamentos e população paga a conta

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 7 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura

Crise anual nas chuvas levanta questionamentos sobre gestão do ex-prefeito Diógenes Tolentino e continuidade com Del


Reprodução/Tudo é Política
Reprodução/Tudo é Política

 

A cidade de Simões Filho vive um cenário alarmante, onde os efeitos das chuvas intensas durante o outono revelam a fragilidade de sua infraestrutura, mesmo após a arrecadação de R$ 4 bilhões ao longo dos últimos oito anos. A população já não aceita mais a narrativa de que a gestão do ex-prefeito Diógenes Tolentino trouxe avanços significativos para o município. A insatisfação se intensifica a cada ano em que as águas transformam ruas em rios, expondo a incapacidade da administração em lidar com as consequências naturais.

 

O atual prefeito Del enfrenta os mesmos problemas de seu antecessor, gerando um clima de desconfiança entre os vereadores, inclusive, os da base aliada do atual governo, que tentam justificar as falhas na administração. Durante recente sessão na Câmara Municipal, o vereador de situação, Orlando de Amadeu (PSDB), revelou que 54% dos R$ 4 bilhões arrecadados foram destinados a salários, o que levanta questionamentos sobre a prioridade dada a investimentos essenciais para a cidade. Esse desvio de foco sugere um comprometimento na qualidade de vida dos cidadãos em nome da folha de pagamento e do que muitos consideram como "supersalários".

 

A comparação de Simões Filho com uma empresa falida é contundente. Enquanto um bom administrador busca manter a estrutura de sua empresa para garantir sua sobrevivência, a gestão municipal parece desconsiderar até mesmo o básico. O resultado é alarmante: uma cidade que arrecada milhões, mas que não consegue oferecer segurança e conforto aos seus habitantes durante períodos climáticos que deveriam ser normais.

 

Os esforços em obras de fachada, chamados de "obras de engano" pela população, não são suficientes para silenciar a voz da oposição, que insiste em destacar a gestão desastrosa de Tolentino e a continuidade dessa ineficiência sob a liderança de Del. A Câmara Municipal, outrora um espaço de debate e construção, tornou-se um campo de batalha, onde críticas são recebidas como ataques, em vez de oportunidades de melhoria.

 

Enquanto isso, a população mais vulnerável se vê à mercê do que deveria ser um serviço público de qualidade. O estado de emergência, decretado a cada temporada de chuvas, revela um ciclo vicioso: oportunidades para contratos emergenciais que pouco ou nada contribuem para a solução real dos problemas. A questão que fica é: até quando a população aceitará ser enganada por promessas que nunca se concretizam?


Veja vídeo:



Ao invés de buscar soluções eficazes, alguns gestores preferem atribuir a responsabilidade a forças externas e divinas, desviando assim o foco da verdadeira origem do problema: uma gestão pública marcada pela má aplicação de recursos e falta de planejamento. Com a repetição anual de inundações, deslizamentos e quedas de árvores, a paciência da comunidade se esgota. É hora de exigir responsabilidade e efetividade na administração pública. O povo merece mais do que discursos vazios; merece ações que façam a diferença.

 

Com informações do Tudo é Política

 
 
 

Comentários


bottom of page