SIMÕES FILHO EM ALERTA: Aterro Sanitário sob Aquífero é bomba-relógio ambiental que ameaça a vida na Região Metropolitana de Salvador
- noticias dopoder
- 1 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Ampliação do aterro operado pela Recycle Waste Energy (antiga Naturalle) pode gerar sérias consequências ambientais; autoridades locais, estaduais e federais são convocadas a agir

O que está acontecendo em Simões Filho vai além das fronteiras locais, configurando uma verdadeira bomba-relógio ambiental que ameaça toda a Região Metropolitana de Salvador. O aterro sanitário instalado sobre o Aquífero Joanes-Ipitanga, operado pela Recycle Waste Energy Tratamento de Resíduos Ltda. (antiga Naturalle), já foi alvo de denúncias e investigações por supostas irregularidades. Agora, a situação se agrava com o pedido de ampliação que pretende multiplicar por quase seis vezes a sua capacidade de recebimento diário de resíduos.
Esse aumento significa mais lixo, mais poluição e um risco ambiental de contaminação do Aquífero, que é a principal fonte de água para centenas de milhares de pessoas na região. Não se trata apenas de um aterro, é um crime ambiental que se desenrola diante dos olhos. Um sistema já questionado quer agora intensificar seus impactos, transformando um problema sério em uma catástrofe anunciada.
O prejuízo pode ser devastador: o Aquífero que sustenta a vida de milhares de famílias corre o risco de ser irreversivelmente destruído. O solo, o ar e a saúde pública estão em jogo. Permitir essa ampliação é colocar em risco o futuro das próximas gerações e destruir um patrimônio ambiental essencial para a sobrevivência e dignidade da população.
Diante dessa grave situação, o jornalismo do Notícias do Poder cobra o governador Jerônimo Rodrigues, os deputados estaduais e federais, o prefeito Devaldo Soares ‘Del’, os vereadores de Simões Filho, os órgãos ambientais e o Ministério Público a se posicionarem de forma clara e responsável. É fundamental que haja ações concretas para barrar esse projeto de ampliação do aterro e impedir um possível desastre ambiental.
O silêncio dos gestores e representantes públicos e políticos diante dessa ampliação é visto como cumplicidade, e a população exige uma resposta firme das autoridades para mudar essa realidade alarmante.
A luta pela defesa do Aquífero Joanes-Ipitanga é, portanto, uma luta pela preservação da vida e pela manutenção de um futuro sustentável. A hora de agir é agora, antes que seja tarde demais.
Com informações do Simões Filho News/Instagram

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