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Senador Alessandro Vieira será relator do marco legal do combate ao crime organizado

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 19 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura

De acordo com o presidente do Senado, Alessandro tem o perfil necessário para a relatoria do projeto

 

Waldemir Barreto/Agência Senado
Waldemir Barreto/Agência Senado

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, indicou o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) para ser o relator do projeto que estabelece o marco legal do combate ao crime organizado (PL 5.582/2025).

 

De iniciativa do Executivo, a matéria foi votada na terça-feira, 18, na Câmara dos Deputados. A proposta cria a figura penal da facção criminosa, endurece penas e estabelece medidas para fortalecer a investigação e o combate a crimes dessa natureza.

 

Alessandro Vieira foi delegado de polícia e é o relator da CPI do Crime Organizado. Davi disse que o Senado tem confiança no trabalho de Alessandro e afirmou que a sociedade espera uma resposta do Parlamento contra a criminalidade.

 

“O senador tem uma longa carreira jurídica e na polícia judiciária do estado de Sergipe. Tem uma experiência grande como profissão, mas agora também como legislador e senador da República. Também tem na sua agenda pessoal a proteção aos brasileiros contra o crime organizado”, registrou Davi.

 

Davi ainda disse que é difícil agradar a todos os senadores e citou que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Sergio Moro (União-PR) também sinalizaram o interesse em assumir a relatoria do projeto. Segundo Davi, porém, a indicação de Alessandro é uma forma de evitar contaminação ideológica, proteger o projeto e defender os brasileiros.

 

A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) e o senador Eduardo Braga (MDB-AM) manifestaram apoio à decisão de Davi. O líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (PT-AP), classificou como "inteligente e assertiva" a decisão de indicar Alessandro.

 

“Certamente, Alessandro construirá um instrumento efetivo e concreto de combate ao crime organizado”, afirmou Randolfe. 

  

Fonte: Agência Senado

 
 
 

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