SAÚDE EM COLAPSO: Paciente espera exame de endoscopia no Hospital Municipal de Simões Filho enquanto prefeito Devaldo Soares prioriza criação de cargos por conveniências políticas
- noticias dopoder
- 5 de jan.
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Diante de uma gestão municipal inchada e uma saúde pública em crise, a falta de exames básicos revela um sistema fragilizado que coloca vidas em risco

Um paciente internado no Hospital Municipal de Simões Filho encontra-se em uma situação alarmante: com um pedido de regulação desde às 7h11 da manhã desta segunda-feira, 5, para a realização de exame de endoscopia digestiva alta, mas ainda aguarda um procedimento que, em tese, deveria ser uma prioridade em qualquer unidade de saúde. A resposta? O hospital não realiza o exame e se exime desta responsabilidade, dependente de uma regulação externa para um atendimento que poderia ser fundamental e urgente.
Como um hospital municipal pode manter pacientes internados sem oferecer um exame tão básico quanto à endoscopia? O que leva um paciente a esperar por uma regulação externa para um procedimento essencial? Os questionamentos não se resumem a meras falhas administrativas, mas evidenciam um risco real à vida dos munícipes.
Enquanto isso, a atual gestão da Prefeitura de Simões Filho anuncia a criação de centenas de novos cargos, aprovados rapidamente pela Câmara Municipal. No entanto, nenhum desses novos postos é direcionado para áreas médicas ou para suprir a carência de profissionais essenciais na saúde. As prioridades da gestão se mostram claramente invertidas: uma saúde sucateada, enquanto o governo aumenta sua máquina administrativa.
A ausência de especialistas, a falta de estrutura adequada e a dependência de regulação para a realização de procedimentos fundamentais escancaram um sistema não apenas ineficiente, mas desumano. Pacientes aguardam por exames que são cruciais para seus tratamentos, enquanto o investimento em saúde parece ter se tornado uma mera promessa vazia.
A população de Simões Filho clama por respostas. Onde estão os investimentos necessários para a saúde? Como é possível haver recursos para cargos políticos, mas a saúde continuar sufocada pela falta de médicos, equipamentos, exames e de insumos? Quais serão os custos humanos desse descaso?
Não se trata de um caso isolado, mas de um retrato vívido da negligência que permeia o sistema de saúde local. Essa situação se torna uma denúncia gravíssima que clama por investigação.
A saúde pública não pode esperar. A vida da população está em jogo, e é papel do governo municipal garantir um atendimento digno e eficaz.
Redação Notícias do Poder com informações do Simões Filho Notícias BA

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