PURA ENGANADINHA: “Obras” de urbanização e de construção da Nova Rodoviária não saem das placas e das promessas eleitoreiras e frustram expectativa da população de Simões Filho
- noticias dopoder
- 2 de jul. de 2024
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Reprodução Redes Sociais
Na sanha para atrair e conquistar popularidade e ganhar votos na ânsia de eleger aliados, o atual prefeito Diógenes Tolentino iniciou o segundo semestre de 2024 com uma série de anúncios e assinaturas de ordens de serviços de obras estruturantes de infraestrutura, desde urbanização até a construção da Nova Rodoviária, que geram controvérsias quanto ao seu caráter eleitoreiro para tentar emplacar o pré-candidato Del do Cristo Rei (União) à sucessão e os vereadores aliados que disputam o pleito municipal que ocorre em outubro próximo, dia 6, sem finalizar ações e intervenções já prometidas e ainda não cumpridas.
Para a gestão e o grupo político comandados por Tolentino, a disputa eleitoral já iniciou a todo vapor e os maiores sinais são as “obras” consideradas eleitoreiras espalhadas pelas ruas para encobrir ou ocultar quase oito anos de abandono, descaso e desgoverno. As obras estruturantes são importantes, mas as necessidades são de longo prazo e não precisava deixar tudo para a última hora apenas na intenção de ganhar votos para o sucessor.
Essa estratégia já observada em anos eleitorais anteriores é vista com descrença pela população que questiona a prioridade dada à publicidade em detrimento da entrega concreta e efetiva de ações, obras e serviços à comunidade.
Nos últimos dias, ocorreram uma série de anúncios e assinaturas de ordens de serviços de obras de construção da Nova Rodoviária e de urbanização em diversos bairros, com a presença do prefeito, do presidente da Câmara, Del, também na condição de pré-candidato, além de outros políticos locais em palanques montados como verdadeiros comícios políticos antes da hora para registrar fotos amplamente divulgadas exaustivamente na imprensa e nas redes sociais, sem nenhum compromisso pela pertinência da viabilidade das obras em si.
Tão sonhada, prometida e nunca cumprida, a construção da Nova Rodoviária terá investimento orçado em R$ 21.552.614,99 (vinte e um milhões, quinhentos e cinquenta e dois mil, seiscentos e quatorze reais e noventa e nove centavos), com a expectativa de ser um equipamento público com um ambiente moderno e acolhedor, com iluminação em LED, estacionamento, vagas para transbordo municipal e intermunicipal, banheiros, áreas de convívio, lojas, lanchonetes, guichês de passagem, entre outros, com previsão de conclusão em 12 meses, mas pelo que parece, as obras ainda não saíram do papel e continuam na promessa, o que suscita questionamentos sobre a real intenção por trás desses assinaturas de ordens de serviços em pleno ano eleitoral. Além disso, também tem a urbanização das comunidades, que agora, ficaram adiadas para bem perto das eleições pela falta dos equipamentos públicos para a população durante todo esse tempo.
Os tais investimentos parecem direcionar a atenção mais na promoção pessoal e política do atual prefeito, do seu pretenso sucessor, Del do Cristo Rei, indicado como candidato da base aliada do governo municipal, do que na concreta e efetiva solução dos problemas enfrentados pelo município, como a falta de infraestrutura adequada e a precariedade em serviços públicos essenciais.
Para a população em geral, os anúncios dos tais investimentos não estão focados na entrega para a comunidade, mas em uma suposta intenção “eleitoreira”, com a tentativa de reverter a má avaliação popular da gestão do atual prefeito e da atuação dos vereadores aliados. Depois de alguns anos com as obras paradas, essas obras que só aparecem agora como eleitoreiras para fazer as pessoas acreditarem que eles trabalham pela cidade, quando na verdade observa-se a péssima qualidade das obras, sem deixar de mencionar a falta de manutenção.
O prefeito, o secretário de infraestrutura e os vereadores querem fazer o povo de Simões Filho esquecer os anos de abandono, de caos e de descaso os problemas que está vivendo com a buraqueira que forma verdadeira cratera, as obras que nunca terminam, e que quando terminam ficam mal feitas, não duram e não servem para nada.
A população apela e clama por organização e planejamento para que obras sejam executadas, fiquem prontas, sejam entregues e funcionando. Essas ordens de serviço assinadas pelo prefeito não resolvem nada, pois se o gestor estivesse preocupado em resolver os problemas da população, ele dava atenção em terminar as intervenções paralisadas que seguem a passos lentos, criando desesperança na população até passar as eleições e lançando outras obras em outros cantos da cidade.
As críticas são constantes quanto à falta de fiscalização, de manutenção e de finalização de obras anteriores conhecidas do grande público que permanecem inacabadas e à demora na resolução de questões urgentes na Saúde e no Transporte.
Além disso, observa-se a tentativa de dar celeridade em obras simples de reforma que são apresentadas como “novas inaugurações”, levantando dúvidas sobre a efetividade das ações do Poder Público Municipal.
Diante dos últimos transtornos causados pela chuva no município, a situação se agrava ainda mais. Conforme amplamente divulgado pela imprensa, a falta de infraestrutura na cidade tem gerado constantes alagamentos, enchentes e inundações no período de fortes chuvas. Ruas ficam alagadas, prédios e obras são destruídos e a população fica cada vez mais vulnerável. Esse cenário tem sido alvo de muitas críticas por parte da população.
Mesmo com tantos anúncios e assinaturas de ordens de serviços de obras, o município sofre as consequências de uma gestão mal planejada, especialmente no âmbito da infraestrutura. A situação tem gerado grande preocupação entre os munícipes, agravando ainda mais o transtorno para a comunidade, que já enfrenta uma situação degradante humilhantes há algum tempo. O caos na infraestrutura deixa as comunidades praticamente isoladas, tornando a situação ainda mais difícil e perigosa para os moradores que são obrigados a encararem desafios que, muitas vezes, colocam suas vidas em risco, e evidencia a falta de prioridade dos gastos públicos pelo gestão municipal levantando dúvidas sobre a aplicação adequada dos recursos destinados à melhoria da infraestrutura local.
A indignação da população é evidente e constante, uma vez que as condições precárias já eram conhecidas durante os quase oito anos de mandato do prefeito Diógenes Tolentino e, até o momento, nenhuma ação ou medida concreta e efetiva significativa tem sido tomada para resolver os diversos problemas. A falta de intervenção efetiva por parte das autoridades tem gerado descontentamento, indignação e temor na população, que solicita intervenções e soluções urgentes para garantir a segurança e o bem-estar da coletividade.
A população também critica a gestão dos recursos públicos e a falta de investimento em infraestrutura em determinadas comunidades e na área da saúde e do transporte público.
Através das redes sociais, a população manifesta sua preocupação com a falta de compromisso das autoridades com a conclusão concreta e efetiva das obras e a prestação de serviços públicos de qualidade, ao considerar que a prioridade deveria ser atender às necessidades da população, independentemente de interesses políticos e eleitoreiros. A postura adotada pelo governo municipal tem gerado descontentamento e desconfiança entre os munícipes, que exigem transparência e eficiência na gestão pública.
O atual prefeito e os vereadores aliados têm utilizado a pandemia da Covid-19 e a crise econômica e financeira como justificativas para o atraso e a demora das obras. O discurso entretanto, não se sustenta quando se fala de obras eleitoreiras. O desespero e a ânsia do gestor e dos vereadores em busca da eleição pelo continuísmo do poder são tão grandes que até placas de construção e de urbanização afixadas pelos quatro cantos da cidade são divulgadas como obras no perfil do alcaide e dos edis.
O fato é que muitas obras de uma só vez geram transtornos inevitáveis para a população. Se a atual gestão municipal apresentasse planejamento e boa vontade pública evitaria esse caos e descaso, mas infelizmente faz parte do jogo político transformar a cidade em um canteiro de obras nesta época eleitoral.
Tolentino aposta na memória curta e na alienação do povo, em que um prefeito fica anos antes do período eleitoral enrolando, sem fazer nada e nos últimos meses que antecedem às eleições resolve no desespero colocar asfaltos, pintar as ruas e maquiar a cidade, realidade que infelizmente só ocorre de quatro em quatro anos pela corrida eleitoral. Essa é a atual forma de fazer política do atual gestor e dos seus vereadores acreditando na alienação e na desinformação do eleitor para se manter no poder, na base da enrolação e da inércia. A concentração de obras em meses que antecedem a corrida eleitoral resulta como consequência o descaso público.
Diante desse cenário, os simõesfilhenses exigem transparência e ações concretas e efetivas por parte do prefeito e dos vereadores para resolver problemas urgentes e garantir condições de vida dignas para todos os munícipes.
Veja imagens das placas:

Reprodução Redes Sociais

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