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POLÊMICA EM SIMÕES FILHO: Secretária Municipal de Saúde é alvo de denúncia de perseguição a servidores e duplicidade de salários

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 13 de mar. de 2025
  • 2 min de leitura

Maria de Cássia, agente de saúde com 31 anos de serviço, denuncia ameaças e transferências abusivas; gestão de Iridan Brasileiro à frente da pasta da Saúde enfrenta críticas e questionamentos sobre autonomia do prefeito Del



Reprodução
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A Secretária Municipal de Saúde, Iridan Brasileiro, se vê no epicentro de uma controvérsia que levanta sérias questões sobre a gestão pública na cidade. Denúncias de suposta perseguição a funcionários concursados, incluindo transferências abusivas e ameaças de descontos salariais, foram feitas por Maria de Cássia, conhecida como “Cassinha da Saúde”, em um vídeo que viralizou nas redes sociais. Maria de Cássia, servidora concursada há 31 anos, revelou em seu relato que já procurou o prefeito Del para expor sua situação, mas recebeu apenas a promessa de que o caso seria investigado.


“É uma situação insustentável. Estou sendo perseguida por minha posição política e isso não pode ser aceito”, desabafou a agente de saúde, que é apoiadora do deputado estadual Eduardo Alencar, líder da oposição ao ex-prefeito Diógenes Tolentino e ao atual prefeito.


As denúncias feitas por Maria expõem práticas consideradas de perseguição funcional, conforme previsto na Lei nº 8.112/1990, que pune assédio moral e perseguições a servidores públicos.


O episódio reacende um debate crucial sobre a autonomia do prefeito Del em sua própria gestão, uma vez que há rumores de que o ex-prefeito teria dado a ordem para que Iridan Brasileiro permanecesse no cargo, apesar das críticas crescentes. Durante a última sessão da Câmara de Vereadores, a secretária foi alvo de severas reprovações, com parlamentares questionando sua continuidade à frente da saúde municipal.


Outro ponto que gera preocupação é a denúncia de que Iridan Brasileiro estaria recebendo dois salários pela mesma função, com matrículas diferentes. Caso essa acusação se confirme, ela poderá ser responsabilizada por apropriação indébita de recursos públicos, conforme o Artigo 312 do Código Penal, que prevê pena de 2 a 12 anos de reclusão.


Enquanto a prefeitura não se pronuncia oficialmente sobre as acusações, a situação levanta sérias preocupações sobre a transparência da administração e o respeito aos direitos dos servidores públicos. O caso de Maria de Cássia pode abrir precedentes para ações judiciais contra a gestão municipal, exigindo uma resposta clara e eficaz por parte das autoridades competentes.


O jornalismo do Notícias do Poder está à disposição da Prefeitura de Simões Filho e da Secretária de Saúde, Iridan Brasileiro, para os devidos esclarecimentos sobre as denúncias.


A população de Simões Filho aguarda ansiosamente um posicionamento oficial sobre os fatos denunciados, enquanto Maria de Cássia continua sua luta por justiça, determinada a não permitir que abusos de poder prevaleçam.


Veja vídeo:

Com informações do Tudo é Política

 
 
 

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