OMISSÃO E NEGLIGÊNCIA NA SAÚDE PÚBLICA: Moradores e populares protestam contra falta de regulação de pacientes em Simões Filho e denunciam descaso
- noticias dopoder
- há 2 dias
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Urgência de pacientes, entre eles, Sr. José Pinheiro dos Santos, expõe a falência do sistema de saúde municipal. Indignação e revolta tomam conta das ruas enquanto a população clama por atendimento digno e imediato

A cidade de Simões Filho viveu na manhã desta segunda-feira, 6, um intenso protesto na região do CIA, entre a Cidade da Criança e o Atakarejo. Moradores e populares se uniram em um clamor por justiça, ao denunciarem o descaso na regulação de pacientes da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e do Hospital Municipal.
O ato ganhou força principalmente pela situação crítica do Sr. José Pinheiro dos Santos, internado em estado grave e aguardando há mais de 15 dias por uma transferência urgente.

A mobilização, que provocou lentidão no trânsito controlado pelos agentes de trânsito do município e pela presença da Polícia Militar no local, trouxe à tona o inconformismo e a insatisfação acumulados da população. “Gente, o Hospital de Simões Filho tá matando, o prefeito não presta pra nada, Del, aquele rato! Tá matando o hospital de Simões Filho. Bora resolver a situação, o povo tá morrendo, seu desgraçado!”, exclamou uma moradora, ao refletir a revolta de muitos.

Outra manifestante emendou um recado direto às autoridades públicas. “Bora, libera a regulação aqui! Você não tem família, não? Com certeza você tem! Eu tenho certeza que sua família não vai pra hospital público, né? A sua [família] tem passe livre direto pra entrar em qualquer hospital particular. E a nossa aqui? E a nossa família fica como? Nossos familiares, nossos parentes morrendo, nossos entes queridos, e aí, fica como? Tá segurando a regulação porquê? É um direito nosso, irmão! Solta a regulação!”, reivindicou.

Kadu Silva, agente político presente no ato, expressou apoio à manifestação e criticou a ineficiência do sistema público de saúde do Estado e do município. “Pessoal, estamos aqui, onde os demais manifestantes estão seguindo em direção à UPA, pois seu José permanece internado, necessitando de regulação, e o Estado da Bahia e Simões Filho, infelizmente, não suprem a demanda do povo, porque a população não pode continuar morrendo por ausência de regulação do Estado. A saúde pública de Simões Filho também é caótica. Ninguém se sente seguro em estar internado no hospital municipal de Simões Filho. A UPA, infelizmente, que deveria ser uma Unidade de Pronto Atendimento, que deveria estar atendendo a população de uma forma rápida, dinâmica, garantindo a vida das pessoas, infelizmente não sentimos essa segurança. E tá aqui, os familiares, onde seu José, ele representa uma população que vem perdendo a sua vida dentro de uma unidade pública que deveria garantir a vida das pessoas. A gente pergunta, é regulação ou é máfia? Quem é que é regulado no momento em que mais precisa? E porque que quem não tem a influência dentro do governo, parentes nomeados ou alguma influência, tem essa demora e esse descaso, passando esse tipo de situação, com a vida em risco, e ainda assim, seu José Pinheiro de Jesus lá aguardando uma regulação pra mais, já de 15 dias, aguardando essa regulação.” protestou Kadu, ao ressaltar a urgência do atendimento que deveria ser garantido a todos.
Veja vídeo:
Enquanto a multidão entoava um coro unificado de "Queremos regulação!", a situação do Sr. José se tornou um símbolo do descaso enfrentado por muitos. A pressão sobre as autoridades para que tomem providências imediatas nunca foi tão alta. A população não aceitará mais viver à mercê da ineficiência e do abandono.

Os familiares e amigos do Sr. José Pinheiro do Santos pedem apoio por regulação ao paciente que encontra-se em estado grave e delicado de saúde fragilizada. “Precisamos de regulação!”, clamam. Número da Regulação 4950557. Mais informações, pelo contato: (71) 98317-5385.
A luta por dignidade e atendimento de qualidade na saúde pública de Simões Filho continua e está longe de terminar.
Redação Notícías do Poder



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