“O Hospital de Simões Filho tá f.... Que vergonha! Não tem maqueiro, não tem nada!”, desabafa cidadão simõesfilhense ao flagrar falta de maqueiros na unidade de saúde
- noticias dopoder
- 3 de nov. de 2025
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Vídeo denuncia precariedade do serviço público de atendimento de saúde municipal e expõe a indignação da população que exige melhorias imediatas

A insatisfação da população de Simões Filho com o atendimento no Hospital Municipal atingiu um novo patamar após um vídeo que circula nas redes sociais mostrar um cidadão desabafando sobre a falta de maqueiros na unidade de saúde.
“O Hospital de Simões Filho tá f.... Que vergonha! Não tem maqueiro, não tem nada!”, lamentou o cidadão ao flagrar um paciente sendo retirado de um carro particular por familiares, amigos ou conhecidos sem a assistência e/ou auxílio de um profissional.
O relato de descontentamento é emblemático da realidade precária enfrentada por muitos que dependem do sistema de saúde local. Enquanto filmava, o cidadão enfatizou: “Olha lá, tirando o paciente sem maqueiro. O Hospital de Simões Filho não tem nem maqueiro!” Essa declaração impactante atraiu a atenção de muitos, evidenciando a urgência em solucionar as deficiências estruturais e de pessoal que afetam diretamente quem busca atendimento.
A indignação não é isolada; a população de Simões Filho está unida na exigência de respostas e soluções por parte da atual gestão da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde. O clamor por melhorias nas condições do hospital reflete uma demanda por dignidade e acesso a um atendimento de saúde de qualidade.
A população não aceita mais promessas vazias e buscam proatividade dos gestores para garantir que todos tenham o direito a um cuidado médico digno. A pressão é crescente, e os munícipes reafirmam que a saúde precisa ser prioridade, exigindo ações concretas que transformem a realidade do Hospital de Simões Filho em uma unidade de saúde segura e eficaz para todos.
Veja vídeo:
O episódio ressalta a responsabilidade da gestão pública em investir na infraestrutura e na contratação de profissionais essenciais para a saúde, provando que o acesso a serviços médicos de qualidade deve ser garantido a todos os cidadãos. A questão não é apenas a ausência de maqueiros, mas uma reflexão profunda sobre como a saúde está sendo tratada e priorizada na cidade.
Redação Notícias do Poder

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