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Mãe Atípica esbraveja contra o prefeito Devaldo Soares e secretária Heliene Mota pela falta de Auxiliar de Desenvolvimento Infantil para crianças com necessidades especiais nas escolas municipais

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 19 de abr.
  • 3 min de leitura

Indignação e revolta expõem a ausência de ADI para alunos em condições neurodivergentes nas escolas da rede municipal de ensino, enquanto a atual gestão da Prefeitura é cobrada por respostas e soluções


Reprodução
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Em um emocionante desabafo, uma Mãe Atípica de Simões Filho expressou sua profunda indignação e revolta em vídeo, ao denunciar a falta de Auxiliar de Desenvolvimento Infantil (ADI) para sua filha e demais crianças autistas nas escolas da rede municipal de ensino.

 

Desde o dia 10 de fevereiro, ela tem se esforçado para obter apoio e recursos adequados para a educação de sua filha, mas até o momento não recebeu resposta da atual gestão da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), apesar das promessas.

 

“Deixo aqui minha indignação, tá, minha decepção com o município de Simões Filho, que venho desde o dia 10 de fevereiro recorrendo uma ADI pra minha filha, tá, e até o exato momento eu não consegui. Já dei entrada na Secretaria da Educação, fiz a solicitação e eles botaram como urgente minha solicitação. Juntamente, eu fiz um documento oficial, escrito à mão, por mim, assinei, entreguei na direção do colégio, o diretor assinou e ficou de entregar à Secretaria da Educação. Até agora, Heliene Mota, não me deu resposta. Tem várias e várias, inúmeras vezes nessa matéria de educação e sem resposta. Prefeito Del, apareça, Heliene Mota, apareça para nos dar a solução, me dar a solução, resolver os problemas.” desabafou a mãe, ao enfatizar a urgência da situação.

 

A situação se agrava, pois a mãe, junto a outras mães em situação similar, já buscou apoio na Câmara Municipal de Simões Filho. Em reunião com o presidente da Câmara, Itus Ramos, foi garantido que a solução viria, mas até agora nada foi resolvido. “E juntamente eu fui, né, a primeira vez à Câmara Municipal, tive uma reunião com o presidente Itus Ramos e Itus garantiu que ia resolver essa solução, até agora também, sem resposta de Itus.” contou.

 

O desespero e a frustração são palpáveis quando ela relata as dificuldades de comunicação com o prefeito Del e seus secretários. “Fui juntamente à Prefeitura, com as outras mães atípicas, na mesma causa de saúde e educação, falta de ADI para nossos filhos atípicos. Chegando lá, o prefeito Del não estava na Câmara dos Vereadores. Juntamente, quem nos atendeu a primeira vez foi o secretário do Governo, o senhor Rogério. Ele nos escutou e ficou de dar o retorno, mandou a gente retornar na quarta-feira, da mesma semana. A gente foi lá na quarta-feira, tá, e ele não estava, aconteceu um imprevisto, ele não estava. Então, ele botou o secretário dele, André, para nos atender, nos escutar. André escutou e, prontamente, ele ficou disposto a marcar reunião juntamente com o secretário do governo e o prefeito Del. Até agora, nada, sem resposta, na verdade, sem resposta da parte do prefeito. O prefeito está se escondendo de nós mães atípicas.” destacou.

 

Além das tentativas de diálogo com a gestão municipal, a mãe também recorreu ao Ministério Público (MP), ao esperar que a denúncia traga a visibilidade necessária para a situação alarmante das crianças autistas em Simões Filho. “Eu também acionei o Ministério Público (MP), denunciei o município e vamos ver o que vai dar. Eu quero solução, Del, eu quero solução. Entendeu? Quero solução. Nossos filhos precisam de inclusão, não de ser excluído. Nossos filhos não são bichos, são seres humanos. Lugar de criança é na escola estudando. Atenda, abra as portas. Eu vou bater nessa porta até o senhor abrir! Fica a minha indignação com a Prefeitura de Simões Filho.” declarou emocionada.

 

A luta dessas mães atípicas reflete uma batalha maior e urgente por dignidade, igualdade e atendimento adequado nas escolas, ao exaltar a importância de recursos que garantam a inclusão de todas as crianças, independente de suas necessidades especiais. Com o clamor por uma resposta concreta, efetiva e resolutiva, as mães insistem que a educação é um direito fundamental e um dever do município proporcionar.


Veja vídeo:


 

Enquanto a situação aguarda uma resposta da administração municipal, a esperança das mães é que seu grito por mudança não caia no silêncio e traga à luz a necessidade urgente de apoio às crianças autistas nas escolas de Simões Filho.

 

Redação Notícias do Poder

 
 
 

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