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Falta de quórum suspende sessão ordinária da Câmara Municipal de Simões Filho; obstrução legislativa ou motivação política?

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 20 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
Reprodução
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A Câmara Municipal de Simões Filho foi cenário nesta última terça-feira, 19, de um episódio alarmante: a suspensão da sessão legislativa ordinária devido à falta de quórum. O clima de tensão na Casa Legislativa levou a uma pergunta inquietante nos bastidores do poder: que turbulências estão abalando os nobres edis?


Fontes próximas ao legislativo revelaram ao blog Crônicas do Bom Velhinho que muitos vereadores estão descontentes com a ampla distribuição de cargos comissionados, um legado do ex-prefeito Diógenes Tolentino e da deputada estadual Kátia Oliveira. Informações extraoficiais indicam que essas nomeações, supostamente voltadas para o bem da população, serviriam, na verdade, a interesses eleitorais. Nomes de fora de Simões Filho estão sendo colocados em posições-chave para fortalecer a base política de Kátia, que almeja sua terceira eleição consecutiva.


Enquanto a população luta contra o caos na saúde, escolas degradadas e um sistema de transporte precário, a máquina pública se expande com nomeações que parecem mais uma estratégia política do que um compromisso com os munícipes. Agora, vereadores antes alinhados começam a questionar se devem continuar sustentando um projeto que beneficia aliados importados em detrimento dos próprios simõesfilhenses.


A suspensão da sessão ordinária transcende a simples falta de votos: é um indicativo. Aquela base política, outrora sólida, começa a evidenciar fissuras. O grupo de Diógenes Tolentino e Kátia Oliveira parece atravessar uma fase crítica, e a expectativa é palpável: seria este o prenúncio de um desmantelamento do clã que há anos rege a política local?


O público observa a cena, e o episódio confirma que a Câmara já não é a "Casa do Amém" de antes, onde decisões passavam sem contestação. Agora, os próprios vereadores mostram que não estão dispostos a carregar sozinhos o peso de um esquema de poder sustentado por favores e nomeações enxertadas.


Se a insatisfação continuar a crescer, poderá não levar muito tempo até que o castelo político de Diógenes Tolentino, frequentemente descrito como um ávido por poder e cargos, comece a desmoronar diante dos olhos atentos da sociedade simõesfilhense.


Com informações do Blog Crônicas do Bom Velhinho


 
 
 

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