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“Existe uma fila de espera de mais de 4 anos onde mães com seus filhos autistas estão esperando por um atendimento, por uma terapia ocupacional, fonoaudióloga etc.", expõe Rita Lima, Mãe Atípica

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 13 de mai.
  • 2 min de leitura

Uma das porta-vozes do Grupo Comunidade Atípica de Simões Filho provoca prefeito Devaldo Soares e cobra ações imediatas diante da demanda reprimida de atendimento ao público neurodivergente na cidade: “É emergência”, alerta ela

 

Reprodução
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Em uma declaração impactante, Rita Lima, uma das porta-vozes do grupo Comunidade Atípica, não poupou críticas ao prefeito Devaldo Soares que anunciou credenciamento de clínicas com a Prefeitura de Simões Filho em recente entrevista concedida ao Jornal Bahia No Ar, exibido pela Record Bahia.

 

Com uma demanda reprimida alarmante, crianças e jovens neurodivergentes, segundo Rita, estão em uma longa fila de espera que ultrapassa os quatro anos, aguardando atendimentos especializados essenciais para seu desenvolvimento.

 

“Quero parabenizar o ‘nosso prefeito’ após longo período de silêncio e de não recebimento das mães e representantes atípicas de nossa cidade, Simões Filho, Bahia. Muito obrigado, prefeito, por ter se pronunciado e ter falado sobre os investimentos que o senhor pretende para nossa cidade. Mas, em especial, o senhor falou sobre credenciamento de clínicas para melhor atender a população simõesfilhense. Eu quero replicar, ou melhor, lembrar o senhor que existe uma fila de espera de mais de 4 anos onde mães com seus filhos autistas, grau 3 de suporte, grau 2, grau 1, estão esperando por um atendimento, por uma terapia, terapia ocupacional, fonoaudióloga etc. Então, prefeito, é emergência esse credenciamento, é emergência”, enfatizou Rita, ao ressaltar a urgência de credenciamento de clínicas para atender o público neurodivergente.


Veja vídeo:


 

A provocação vem em um momento crítico, onde a falta de suporte adequado pode impactar diretamente a qualidade de vida das famílias atípicas afetadas. A comunidade local clama por respostas e ações concretas, enquanto o relógio continua a contar para essas crianças que merecem e precisam de atenção concreta, efetiva e imediata do poder público municipal.

 

Redação Notícias do Poder

 

 
 
 

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