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ESCÂNDALO EM LICITAÇÃO PÚBLICA: Simões Filho está na rota entre os municípios baianos com contratos celebrados com empresas de Marcos Moura alvo de investigação da Operação Overclean da PF

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 15 de dez. de 2024
  • 2 min de leitura
Reprodução
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O município de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), está no rol de cidades baianas que possuem contratos celebrados com empresas da área de limpeza urbana, pertencente ao empresário Marcos Moura, que foi preso pela Polícia Federal no inicio da semana durante a operação ‘Overclean’, deflagrada pela PF para investigar supostas irregularidades em contratos firmados entre tais empresas com diversas prefeituras pela Bahia.

 

De acordo com o jornalista do UOL, Aguirre Talento, na quinta-feira (12), entre os contratos está com a prefeitura de Salvador, que foi firmado em 2018, ainda no governo de ACM Neto (UB), no valor de R$ 427 milhões, foi renovado e ainda está em vigor na gestão do prefeito reeleito, Bruno Reis.

 

As outras cidades que contrataram as empresas de Marcos, que é conhecido como  “Rei do Lixo”, são: Simões Filho, Entre Rios, Madre de Deus, Candeias, São Francisco do Conde, Campo Formoso, Jacobina, Cairú e Luís Eduardo Magalhães, com um total de 600 mil habitantes.

 

O empresário, segundo a investigação da PF, era o responsável por beneficiar o grupo formado pelos também empresários Alex e Fábio Parente e o ex-chefe do Dnocs na Bahia, Lucas Lobão, usando a sua influência política para fraudar licitações e desviar dinheiro dos contratos firmados com as gestões municipais.

 

“Marcos Moura exerce influência estratégica sobre figuras públicas e setores governamentais, utilizando essas conexões para facilitar contratos e consolidar o acesso a licitações direcionadas. Essa proximidade com agentes políticos de alto escalão permitiu que Moura criasse um ambiente de favorecimento contínuo para suas empresas e para aquelas pertencentes ao grupo criminoso investigado, onde seus interesses eram priorizados em processos de contratação pública.”, disse a PF no seu pedido de prisão.

 

Fonte: Política Ao Vivo

 
 
 

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