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ESCÂNDALO COM O DINHEIRO PÚBLICO: Gestão do prefeito Devaldo Soares eleva para quase R$ 24 milhões gasto vultoso e absurdo da obra da "Nova Rodoviária" de Simões Filho sem avanços visíveis

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 15 de abr.
  • 2 min de leitura

Contrato original de R$ 21 milhões sofre aumento de 10,22%, levantando dúvidas sobre a transparência da gestão e o uso de recursos públicos. Obras permanecem paradas, enquanto a população clama por respostas


Reprodução
Reprodução

 

A gestão do prefeito Devaldo Soares ‘Del’ já inicia cercada de questionamentos que não podem ser ignorados. A obra da “Nova Rodoviária” de Simões Filho, herdada com andamento da administração anterior do ex-prefeito Diógenes Tolentino, viu seu custo disparar sem que houvesse qualquer progresso visível no local. Os números oficiais revelam uma realidade alarmante, que colocam a transparência da gestão sob escrutínio.

 

O verdadeiro custo escondido

 

O contrato original estabelecido durante a administração do ex-prefeito Diógenes Tolentino previa um investimento de R$ 21.552.614,99 para a construção do novo terminal rodoviário. Contudo, a gestão atual autorizou um acréscimo no contrato que elevou o montante em 10,22%, ou seja, foram mais R$ 2.202.668,10 a mais que sairão dos cofres públicos, que totalizam aproximadamente R$ 23,7 milhões,  quase R$ 24 milhões.


Veja abaixo a minuta do contrato:


Extrato publicado no dia 7 de fevereiro no Diário Oficial do Município
Extrato publicado no dia 7 de fevereiro no Diário Oficial do Município

 

Essa cifra, que contraria o que era amplamente divulgado, permanece desconhecida para grande parte da população. O que mais espanta é que, apesar do aumento substancial, a obra continua parada, sem máquinas ou operários à vista, o que acentua a frustração da população local.

 

Aumento sem justificação

 

As perguntas são inevitáveis: por que autorizou-se um aumento nas despesas para uma obra que ainda não apresentou nenhum avanço? O contrato com o Banco do Brasil, firmado pelo ex-gestor, prevê um empréstimo de até R$ 11,5 milhões, uma discrepância alarmante em relação aos R$ 24 milhões necessários para a conclusão do projeto. Esta diferença gera sérias preocupações sobre a origem dos recursos adicionais e a gestão do dinheiro público.

 

A nova administração sob vigilância

 

O silêncio e a falta de ação na execução da obra recaem também sobre a nova administração de Devaldo Soares, que, ao permitir o aditivo, passa a compartilhar as responsabilidades de transparência e clareza com o antigo gestor. Embora ajustes sejam comuns em contratos públicos, eles devem ser acompanhados de justificativas aderentes e transparência total, que até o presente momento, fazem falta.

 

A “Nova Rodoviária”, que deveria simbolizar um avanço na infraestrutura urbana de Simões Filho, se transforma em um emblemático exemplo de ineficiência e descaso com o dinheiro público.


Veja vídeos:


 



O jornalismo do Noticias do Poder exige explicações da Prefeitura de Simões Filho sobre o aditivo, as razões para os atrasos nas obras e o cronograma a ser seguido. A sociedade exige respostas e, acima de tudo, ação concreta.

 

Redação Notícias do Poder com informações do N1N

 
 
 

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