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ESCÂNDALO AMBIENTAL NA BAHIA: Aterro sanitário sobre aquífero instalado em Simões Filho sob iminência de ampliação ameaça meio ambiente e preocupa população

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 30 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Pedido de aumento da capacidade do aterro sanitário em Simões Filho gera preocupações sobre poluição e saúde pública; omissão de autoridades é criticada


Reprodução
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A Bahia assiste perplexa a um escândalo ambiental sem precedentes que pode comprometer a saúde pública e a integridade do Aquífero Joanes-Ipitanga, vital para abastecer a Região Metropolitana de Salvador. O aterro sanitário operado pela empresa Recycle Waste Energy Tratamento de Resíduos Ltda. (antiga Naturalle), apresentou um pedido de ampliação que promete elevar em quase seis vezes sua capacidade de operação, atingindo 2.711 toneladas de resíduos por dia.


Conforme informações divulgadas pelo Simões Filho News em seu perfil no Instagram, o pedido registrado sob o processo nº 2025.001.002931/INEMA/LIC-02931 requer uma alteração na licença ambiental que permitirá o aumento da carga poluidora das emissões líquidas, sólidas e gasosas, reconhecendo publicamente que os impactos ambientais se agravarão. Classificado como um empreendimento Classe 6 – Porte Grande, o aterro está localizado na Fazenda Rancho Alegre, na zona rural de Simões Filho, e opera desde 2020 com várias licenças (LO, LI, ASV, RLP).


Denúncias de lideranças locais feitas ao Simões Filho News apontam que figuras ligadas a um partido político de oposição ao governador da Bahia estariam agindo para garantir que o aterro continue suas operações acima do aquífero, aprovando a ampliação, apesar dos alertas sobre os riscos ambientais. A situação levanta questões sérias sobre a ética e a responsabilidade dos envolvidos nesse processo.


Enquanto isso, as autoridades locais, incluindo o prefeito, vereadores e secretários, parecem permanecer em silêncio, aprovando silenciosamente medidas que favorecem os interesses da empresa, ao mesmo tempo em que a população e o meio ambiente correm sérios riscos. Essa omissão fragiliza a autonomia do município, erguendo um muro de impunidade para empreendimentos de alto impacto que operam sem um controle e fiscalização efetiva.


A população de Simões Filho agora clama por ação e transparência, exigindo que as vozes da coletividade sejam ouvidas e que as autoridades cessem a proteção de interesses privados em detrimento da saúde coletiva e do meio ambiente. O futuro do Aquífero Joanes-Ipitanga e, consequentemente, da saúde de milhões de baianos, está em jogo, e a necessidade de uma mobilização popular se torna mais urgente do que nunca.


Com informações do Simões Filho News/Instagram

 
 
 

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