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ESCOLAS MUNICIPAIS SEM ADI PARA CRIANÇAS ATÍPICAS: Mães Atípicas de Simões Filho sofrem com falta de assistência na rede pública municipal de ensino para alunos com necessidades especiais

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 5 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Mãe denuncia ausência de Auxiliar de Desenvolvimento Infantil (ADI) e os altos custos de medicamentos para filho neurodivergente

 

Reprodução
Reprodução

Em um cenário de desamparo e desespero, uma mãe atípica que residente em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador, levanta a voz em protesto contra a falta de apoio educacional e de saúde para seu filho.

 

“Meu filho tem 2 anos e 6 meses que não vai à escola, porque não tem ADI e a escola não aceita sem ADI. Eu não consigo ficar com ele na sala de aula, pois tenho um pequeno de 3 anos”, declarou ela, ao revelar uma realidade alarmante que afeta tanto seu filho quanto diversas outras crianças na cidade.

 

A ausência de Auxiliares de Desenvolvimento Infantil (ADI) nas escolas municipais coloca em risco o futuro educacional de muitas crianças atípicas. “É muito difícil não ter essa ajuda. Precisamos de apoio para que nossos filhos possam ter uma educação de qualidade e digna”, lamentou a mãe, que se vê em uma situação insustentável, dividindo suas atenções entre dois pequenos e sem a assistência necessária.

 

Além da questão educacional, a saúde também é uma preocupação constante. A mãe enfatizou que a falta de medicamentos gratuitos torna a situação ainda mais crítica. “Os remédios não são encontrados de graça; tudo é comprado”, afirmou, ao evidenciar o peso das necessidades financeiras que as famílias atípicas enfrentam. A falta de suporte financeiro para a aquisição de medicamentos essenciais para a saúde de seus filhos torna a busca por tratamento ainda mais angustiante.

 

Os relatos desta mãe são um retrato de uma realidade que se repete em muitas casas de Simões Filho, onde o acesso à educação e à saúde continua a ser um desafio imenso. Urge que as autoridades reconheçam essas dificuldades e implementem políticas públicas efetivas que garantam assistência adequada às crianças e suas famílias.


 

O apelo por mudanças é urgente. Que as vozes das mães atípicas sejam ouvidas, que suas necessidades sejam atendidas e que um futuro melhor e mais inclusivo se torne uma realidade em Simões Filho. A luta por dignidade e direitos deve ser uma prioridade, pois cada criança merece uma chance de brilhar.

 

O jornalismo do Notícias do Poder aguarda um esclarecimento oficial da Prefeitura de Simões Filho, através da Secretaria Municipal de Educação, sobre este relato das mães atípicas.


Redação Notícias do Poder

 
 
 

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