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DESMASCARADO: Prefeito Diógenes Tolentino propaga inverdades sobre políticas públicas, gestão financeira e "avanços" em Simões Filho durante entrevista em PodCast

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 9 de ago. de 2024
  • 6 min de leitura

Reprodução

 

A gestão do atual prefeito Diógenes Tolentino em Simões Filho é duramente criticada pela população e lideranças políticas locais devido à propagação de dados inverídicos sobre políticas públicas, gestão financeira e supostos "avanços" na cidade. Em entrevista a um PodCast apresentado por um vereador local, Tolentino falseou informações, ocultando deficiências e falhas nas políticas públicas, bem como o desequilíbrio nas finanças municipais e o retrocesso disfarçado de progresso.

 

A administração de Tolentino tem sido marcada por decisões autocráticas, impopulares, coação, omissão, perseguição e truculência durante os quase 8 anos à frente da administração municipal, segundo a visão da população simõesfilhense, que tem sido bastante castigada e desassistida pela atual gestão desde o ano de 2017.

 

As políticas públicas e a gestão financeira do município têm sido alvo de críticas devido ao desconhecimento e avanços fantasiosos propagados pela atual gestão, que desconsidera as necessidades reais da população e opera em descompasso com a transparência e participação coletiva quanto aos destinos e os rumos da cidade.

 

As informações propagadas pelo prefeito durante a entrevista não se confirmam, se mostram falsas e vazias e não refletem a realidade vivenciada pela população de Simões Filho. As promessas de campanha não cumpridas, os retrocessos em políticas públicas, a falta de diálogo e a falta de investimento em áreas fundamentais, como infraestrutura, educação, saúde e mobilidade urbana, são alguns dos pontos abordados pelas críticas dos munícipes que contrapõem os argumentos defendidos pelo gestor.


A ineficiência na infraestrutura local, a precariedade na saúde e na educação, a desestabilização das finanças públicas e a inexistência de um plano consistente para a mobilidade urbana são apontadas como exemplos da má gestão de Tolentino. O desequilíbrio financeiro, o aumento dos gastos com a folha de pagamento, a falta de investimentos em serviços públicos essenciais e a inabilidade em lidar com as demandas da população são fatores que têm gerado insatisfação e preocupação entre os simõesfilhenses.

 

A falta de compromisso público, a falta de diálogo com a população e a ausência de políticas eficazes para atender às necessidades do município são aspectos que têm gerado indignação e revolta entre os munícipes. A administração de Tolentino é questionada por seu desempenho inadequado e suas decisões e práticas questionáveis, que têm impactado negativamente a vida dos cidadãos e o desenvolvimento do município. 

 

Impacto negativo nas contas públicas

 

Os sucessivos empréstimos milionários e o desperdício de dinheiro público com intervenções mal sucedidas geram um desequilíbrio na disponibilização de recursos e, consequentemente, um rombo nas contas públicas. A desestabilização da economia local também está nesse processo que impacta profundamente a vida da população.


Em relação à questão financeira, apesar do gestor defender o argumento reiterado de que sua gestão cumpriu com as obrigações de equacionar o déficit, ou seja, o pagamento de dívidas do município com fornecedores e etc., provenientes de gastos públicos de gestões passadas, na tentativa de passar uma impressão de organização das contas da prefeitura e de que as finanças operam no azul e em condição de equilíbrio fiscal, as finanças correm o risco de ficar no vermelho em razão das recorrentes contratações de operações de créditos, uma vez que o município não dispõe de capacidade de endividamento, de pagamento e nem de receita para sanar as pendências oriundas de empréstimos e demais débitos acumulados, o que coloca o município em uma situação de risco financeiro desconfortável e desfavorável.


Ao contrário do que se propaga sobre a estabilidade das contas e a melhoria da prestação de serviços públicos, o atual governo municipal demonstrou desestruturação e ingerência sobre a gestão dos recursos públicos em relação à folha de pagamento de pessoal.


De acordo com o relatório apontado pelo próprio secretário de Fazenda, Carlos Roberto de Carvalho, em audiência pública, a Prefeitura de Simões Filho tem enfrentado um aumento considerável nos gastos com a folha de pagamento de pessoal, ultrapassando os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF nº 101/2000). O desequilíbrio financeiro gerado por essa situação tem sido motivo de preocupação e críticas por parte da população e órgãos de fiscalização e controle.


Ao ser indagado pelo vereador Joel Cerqueira (PDT), integrante da base do governo do atual prefeito, sobre a situação da saúde financeira do município com base nos números, de acordo com a prestação de contas apresentada no plenário da Casa Legislativa, o secretário de Fazenda admitiu que houve um crescimento, segundo ele, “vegetativo”, na folha de pagamento por conta do aumento de demanda de pessoal com nomeações em cargos do escalão do atual governo municipal.


Em mais uma de suas falas na ocasião, o secretário Roberto foi claro e cristalino ao afirmar que a classe empresarial de Simões Filho terá sua parcela de responsabilidade em arcar com esses gastos. Em uma determinada parte da audiência, o chefe da pasta da Fazenda sugeriu até a possibilidade de cobrar IPTU dos proprietários do programa Minha Casa, Minha Vida, isentos por força de Lei, mas em nenhum momento mencionou se a Prefeitura pretende cortar secretarias e cargos de confiança para enxugar o orçamento.

 

Essa medida, junto com outras propostas, como perseguir, sacrificar e sufocar os empresários para conter o crescimento da dívida ativa do município, ligada ao inadimplemento por parte do contribuinte com o objetivo de aumentar a arrecadação, tem causado indignação e revolta entre os próprios empreendedores e investidores que atuam no comércio e na indústria local.

 

Deficiência na Infraestrutura

 

Simões Filho está aquém do que é desejado em termos de infraestrutura local. A população demonstra insatisfação com a qualidade das reformas, a má conservação, condições precárias de pavimentação asfáltica, a falta de manutenção de praças e parques e demais equipamentos públicos e o grau de abandono na cidade.

  

A administração de Diógenes Tolentino tem sido truculenta, principalmente, nas comunidades distantes do Centro carentes de serviços públicos e de urbanização, onde a gestão não tem dialogado com a população sobre as intervenções necessárias. As decisões do atual prefeito são todas autocráticas e não colaborativas e nem participativas, onde o próprio gestor decide e não consulta a população sobre a condução ou destino das políticas públicas em propor soluções importantes, o que gera um impacto profundo na cidade. 

 

Descaso na Educação


Apesar dos imponentes portais de entrada em escolas da rede municipal de ensino, para causar uma aparente impressão de investimento no setor, na realidade, tudo isso não passa de uma maquiagem, pois o que se observa dentro dos espaços escolares são estruturas precárias com assentos, mesas, quadros, paredes, portas e ventiladores completamente degradados, deteriorados e sucateados, sem as devidas condições de oferecer um ambiente adequado e um ensino público de qualidade, sem deixar de mencionar a desvalorização dos professores e educadores. 

 

Precariedade na Saúde

 

Em contraste ao discurso de “avanço”, na Saúde também há muitas deficiências e reclamações por parte da população. A atual administração não concentra esforços para a ampliação das especialidades, compra de medicamentos e insumos e na melhoria do atendimento na rede de atenção básica nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s), no Hospital Municipal de Simões Filho e também na Central Municipal de Regulação, onde a atual gestão não consegue resolver o passivo e manter estruturas permanentes que possam atender às pessoas de maneira adequada, digna e humanizada.

 

Ingerência na Mobilidade Urbana

 

O problema do transporte público em Simões Filho é também desafiador. À beira do colapso, o transporte na cidade sofre com queda de demanda e péssimos serviços tanto no Transporte Comunitário, ou o chamado de ‘Ligeirinho’, quanto nos ônibus intermunicipais que circulam dentro e fora da cidade, pois há um desequilíbrio no setor que, infelizmente, o governo municipal não consegue solucionar o gargalo para avançar de forma significativa a ponto de implantar um sistema inteligente de mobilidade.

 

Descompromisso público


Eleito em 2016 sob um plano de governo intitulado de ‘Pensa Simões Filho’, com propostas ambiciosas, arrojadas e inovadoras para a cidade, Tolentino preconizou o discurso do trabalho e da eficiência. As promessas de campanha feitas, à época, em 2016 e em 2020 não só não foram cumpridas com a eficiência prometida, como houve atrasos em todas as políticas públicas.


O mais agravante é o abandono da cidade de Simões Filho por parte do atual prefeito, que tem apresentado uma gestão em que desconhece tanto a política pública, as legalidades de como se faz uma gestão pública quanto às próprias políticas públicas, já que ignora as necessidades da cidade e as precariedades que precisam ser enfrentadas. Esse desconhecimento apresentado pelo gestor tem acarretado em problemas muito sérios na vida da população.


Isso prova, inclusive, que o discurso da eficiência e do trabalho é falso e vazio, pois na verdade, o que se percebe são os constantes retrocessos que avançam em todas as políticas públicas locais.


Em termos de políticas locais, os simõesfilhenses têm uma visão clara de que a atual gestão sempre atuou no sentido de não beneficiar a coletividade. Isso traz consequências graves e negativas para a cidade, principalmente, para a população mais carente e necessitada, que fica como um legado negativo da gestão de Diógenes Tolentino na cidade.

 
 
 

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