DESFAÇATEZ: A farsa das “obras de urbanização” executadas pela atual gestão do prefeito Diógenes Tolentino com finalidade eleitoreira
- noticias dopoder
- 27 de jul. de 2024
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Na ânsia pelo continuísmo do poder, o prefeito Diógenes Tolentino parece ter largado de administrar a cidade, cheia de demandas, necessidades e problemas, para assumir o papel de quase exclusivamente como “marqueteiro político” da campanha eleitoral antecipada do seu pretenso sucessor, Del do Cristo Rei (União), atual presidente da Câmara Municipal de Simões Filho.
Mesmo diante das dificuldades para alavancar seu governo e honrar compromissos políticos, Tolentino corre contra o tempo para executar as “obras” eleitoreiras empenhado em viabilizar seu pré-candidato, Del do Cristo Rei, que tem contra si o despreparo, a incapacidade política, a impopularidade e a incompetência no comando da Câmara Municipal, que virou um dos principais temas de críticas contra o postulante.
Enquanto o alcaide mantém as “obras públicas estruturantes” com intenção eleitoreira em prol do seu pré-candidato Del, a população apela e clama por maior controle e fiscalização na qualidade das obras para que elas tenham maior durabilidade e, com isso, reduzam os custos com manutenção e reformas como forma de economizar recursos.
Criticado duramente pela má qualidade e durabilidade das obras implantadas em sua gestão na cidade que enfrenta uma série de problemas em diversas áreas, na saúde, no transporte público, na educação, na infraestrutura etc., o prefeito Diógenes Tolentino, que está em final de mandato, não está mais nem aí ou nenhum pouco se lixando para a população.
O atual gestor tem visitado e feito constantes aparições em “obras” já entregues e inauguradas e outras ainda em execução, de maior ou menor envergadura apenas para registros e postagens de imagens em suas redes sociais como marketing político de campanha do seu provável sucessor.
A conservação e a durabilidade das “obras” têm sido um desafio a ser perseguido pelo atual administrador que ainda sofre com esse problema desde que assumiu a prefeitura a partir do ano de 2017 na cidade, onde a população convive com a péssima qualidade e fragilidade de muitas intervenções mal feitas com desperdício de recursos públicos, principalmente de escolas e urbanização com manutenção de praças e pavimentação asfáltica de avenidas e ruas, que mesmo reformadas há pouco tempo, não resistem às chuvas e muitos destes equipamentos tiveram que ser restaurados.
Obras públicas ineficientes e questionáveis
É evidente, público e notório a demora, eficiência e qualidade das reformas em Simões Filho e também a falta de manutenção e reparos em calçadas, praças, avenidas e ruas da cidade ou outras menores, sem deixar de mencionar os resultados nos custos e no número de vezes que a reforma é refeita.
Os exemplos pelos quatro cantos do município são infindáveis, principalmente os de custos reduzidos, como buracos em calçadas e ruas. Mas também não faltam as intervenções de grande porte, resultados de supostos problemas com licitações, falta de transparência e mau uso do dinheiro público.
Há reformas que levam poucos meses e consumem milhões em uma primeira etapa. Outros milhões são gastos na segunda fase, que mesmo com previsão de finalização, são entregues e inauguradas fora da data prevista e ainda sem as condições devidamente favoráveis.
São vários os fatores que levam a essa situação, entre eles, relacionados ao próprio contexto do reparo em razão da inoperância do serviço público. Além disso, supostos favorecimentos em processos licitatórios, protecionismo, falta de transparência, fisiologismo político, corrupção e desvio do dinheiro público para campanhas eleitorais também estão entre os fatores que atrasam e encarecem as reformas, além de gerar perdas para o munícipe que contribui com os seus impostos.
A burocracia é um outro fator que atrasa e encarece obras, pois cada etapa de uma reforma exige critérios, gerando um entrave que pode encarecer a obra e atrasar por meses, até anos, a sua conclusão, além de decisões simultâneas sobre investimentos públicos (pavimentação, iluminação, coleta de lixo, esgoto, drenagem, atualização e ampliação da infraestrutura de transporte e de fornecimento de energia, adequação dos serviços operacionais de manutenção e de reparos, entre outros), investimentos necessários que superam o volume de recursos disponíveis e ainda são aplicados sem planejamento, atendendo apenas a urgências e a dificuldade de estabelecer uma cultura para cobrar a eficiência do serviço público.
O problema em Simões Filho não é falta de verba, o problema está na má gestão, na engenharia e no uso errado de recursos públicos vultosos que levam à ineficiência na execução de obras e serviços públicos, causando um processo de desqualificação na infraestrutura local.



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