Desesperada, mãe clama por assistência e tratamento para filho com necessidades especiais: “Ele é desassistido pela Prefeitura de Simões Filho”
- noticias dopoder
- 29 de out. de 2025
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Situação alarmante de um jovem portador de microcefalia revela a falta de apoio do município em tratamento e recursos básicos

A mãe de um jovem de 24 anos com necessidades especiais clama por ajuda em busca de atendimento adequado e assistência para seu filho, que nasceu com microcefalia.
Segundo informações de Dona Sônia, que conhece de perto a realidade da necessidade do jovem e da mãe dele, a situação é crítica, pois ele precisa de um acompanhamento de neurologista e psiquiatra, além de uma cadeira de rodas para o filho, que se vê desassistido pela atual gestão da Prefeitura de Simões Filho.
“Ele precisa de acompanhamento de um neurologista, de psiquiatra, precisa de cadeira de rodas. Ele é desassistido pela Secretaria de Saúde, e vai tirar a identidade, mas o município não disponibiliza um veículo para o deslocamento”, desabafou Dona Sônia, ao relatar que a mãe do menino tem enfrentado inúmeras dificuldades para garantir o tratamento do filho.
Apesar de o jovem receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), Dona Sônia revela que o valor é insuficiente para a mãe cuidar do filho e das necessidades básicas da família. “Eles precisam de doação de cesta básica, fraldas descartáveis, produtos de limpeza e um colchão. A cama foi um vizinho que doou”, disse Dona Sônia, ao ressaltar que mesmo com a necessidade urgente de uma cadeira de rodas, o jovem continua a depender de medicamentos pesados como Diazepan, Rivotril, entre outros.
A situação se torna ainda mais angustiante quando se considera as promessas não cumpridas. “Promessa de doação de fraldas e de alimentos que não receberam até hoje. O Serviço Social esteve na casa da mãe e a situação é precária. Será que o CRAS vai continuar dando apoio?” questionou, ao demonstrar o desespero e frustração com a falta de suporte.
Dona Sônia critica abertamente a falta de ação do (Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município. “Esqueça o CRAS, porque pra mim é como se nunca existisse. O CRAS faz o que eles querem e não o que as pessoas precisam. Poder público municipal? Esqueça! Ou você corre atrás ou tem conhecimento, porque se não tiver, nada vai pra frente”, falou.
Essa situação alarmante evidencia a realidade de muitas famílias que, ao invés de receber o apoio necessário, enfrentam um sistema que parece ignorar suas dificuldades. A demanda por assistência adequada e tratamento contínuo é urgente e deve ser uma prioridade para as autoridades competentes. A voz da mãe do jovem, intermediada por Dona Sônia, é um chamado à ação em busca de dignidade e respeito para todos que dependem do sistema de saúde e assistência social do município.
Redação Notícias do Poder

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