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CORRIDA PELA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA BAHIA: Três Desembargadores em disputa e bastidores agitados

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 14 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
Reprodução
Reprodução

Em um cenário de disputa acirradíssima, pelo menos três desembargadores se preparam para suceder a desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, na presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), cuja gestão se encerra no início do próximo ano.


Os nomes que estão em evidência na corrida são os respeitados Jatahy Fonseca Júnior, ex-presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), e José Edivaldo Rocha Rotondano, membro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ambos já movimentando-se em busca de apoio entre os colegas.


José Edivaldo Rocha Rotondano
José Edivaldo Rocha Rotondano

Enquanto isso, a desembargadora Ivone Bessa desponta como um nome que corre por fora, embasando sua candidatura na iminente aposentadoria e na experiência acumulada ao longo de anos na Corte. Em um pleito anterior, ela concorreu à segunda vice-presidência, mas foi superada pelo critério de antiguidade, levantando questões sobre sua aceitação entre os pares, especialmente após a polêmica envolvendo a tentativa de nomear seu filho como desembargador.


Ivone Bessa
Ivone Bessa

A corrida presidencial começou oficialmente com Jatahy Júnior, que anunciou sua candidatura por meio de uma mensagem aos colegas, sublinhando sua extensa trajetória de 39 anos na magistratura e seu conhecimento da complexa máquina judiciária. Em sua mensagem, Jatahy se comprometeu a fortalecer e tornar mais eficiente o Poder Judiciário da Bahia, prometendo uma gestão de diálogo e propostas inovadoras.


Jatahy Fonseca Júnior
Jatahy Fonseca Júnior

“Com a experiência adquirida ao longo dessas quatro décadas e acreditando ter energia, ideias e a postura necessária para conduzir a Corte mais antiga das Américas, encorajo-me a assumir este desafio”, declarou Jatahy.


À medida que a corrida se intensifica, os bastidores revelam tensões e influências, o que promete tornar o pleito ainda mais intrigante. Resta saber quem sairá vitorioso nesta batalha pelo comando do TJ-BA e como isso poderá impactar o funcionamento do Judiciário no estado.


Com informações do Política Livre

 
 
 

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