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Com discurso religioso hipócrita, prefeito Diógenes Tolentino e Del do Cristo Rei usam o nome de Deus para justificar gestão fracassada e desastrosa em Simões Filho

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 29 de jun. de 2024
  • 3 min de leitura

Reprodução


O prefeito de Simões Filho, Diógenes Tolentino, apelidado de ‘Dinha’, e o pré-candidato à sucessão municipal e atual presidente da Câmara Municipal, Del do Cristo Rei (União), como eles se apresentam, têm sido criticado por usarem um discurso religioso hipócrita para justificar uma gestão fracassada e desastrosa na cidade. Sob o nome de Deus, o prefeito Dinha, como é conhecido, tem tentado encobrir suas falhas e desviar a atenção dos problemas reais enfrentados pelos cidadãos.


Sob o nome de Deus, os “endeusados” prefeito Dinha e Del, como são conhecidos, que incorporam e encenam uma imagem de "bons samaritanos" utilizam-se de narrativas religiosas para tentarem encobrir as falhas e desviar a atenção dos problemas reais enfrentados pela população que os encaram como falsos profetas. Diógenes Tolentino e Del precisam ser responsabilizado por suas ações e prestar contas à população de Simões Filho.


O prefeito de Simões Filho, Diógenes Tolentino, e o figurado postulante ao Executivo Municipal, Del do Cristo Rei, adotaram uma prática reiterada de usar um discurso repleto de referências religiosas para justificar as críticas e a oposição que enfrenta durante sua gestão.


Em uma recente declaração, Dinha afirmou estar sendo perseguido por adversários políticos, mas ressaltou que sua confiança em Deus o mantém firme. “Por mais que eles tentem me prejudicar, Deus abre um portão”, declarou o alcaide, em uma tentativa clara de associar sua sobrevivência política à vontade divina.


Ao lado da ex-secretária Simone Costa em determinada ocasião, Dinha reforçou a narrativa de perseguição e se mostrou determinado a não se abater. “Não vamos nos abater com essa perseguição! Não vamos nos abater com aqueles que acham que a gente depende deles”, afirmou ele. Em suas palavras, Dinha tentou minimizar a importância dos aliados que o deixaram, sugerindo que sua verdadeira dependência sempre foi de um “Deus Todo Poderoso”.


Esse discurso, no entanto, não passa despercebido como uma manobra para desviar o foco dos inúmeros problemas que sua administração enfrenta. Muitos críticos apontam que a gestão de Dinha e Del tem sido marcada por uma série de fracassos e desastres administrativos e legislativos. As promessas não cumpridas, a precariedade dos serviços públicos e a falta de transparência são algumas das principais queixas da população. Em vez de enfrentar essas questões diretamente, o prefeito e o presidente da Câmara parecem preferir se esconder atrás de uma retórica religiosa, tentando transformar a crise de gestão em uma batalha espiritual.


A tentativa de Dinha e Del de espiritualizarem sua luta política também pode ser vista como uma estratégia para conquistar o apoio dos eleitores mais religiosos, desviando a atenção das falhas concretas de sua administração. No entanto, essa postura tem sido criticada como hipócrita, já que usa a fé e a religiosidade das pessoas para fins políticos, sem apresentar soluções reais para os problemas da cidade.

 

Enquanto Dinha e Del continuam a se apresentarem como “líderes resilientes”, graças à sua fé em Deus, a população de Simões Filho continua a lidar com os desafios diários de uma gestão municipal que muitos consideram ineficiente e desastrosa. A confiança em Deus, embora importante para muitos, não pode servir como justificativa para a falta de resultados e a má administração. Os cidadãos esperam ações concretas e uma liderança que realmente se comprometa com a melhoria das condições de vida na cidade, sem se esconder atrás de discursos vazios e manipulações religiosas.

 

Com informações extraídas do Artigo de Ely Simões Filho – Site elizeurosa.com.br

 
 
 

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