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APELO POR SOCORRO: Rita Lima relata caso de mãe atípica internada com diagnóstico de Burnout por sofrer com falta de atendimento especializado aos filhos neurodivergentes em Simões Filho

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 14 de mai.
  • 2 min de leitura

Uma das porta-vozes do Grupo Comunidade Atípica revela o sofrimento de mães com saúde comprometida que enfrentam a falta de apoio e atendimento especializado para autistas, alertando para a perda de vidas e exige ação concreta, efetiva e imediata do prefeito Devaldo Soares

 

Reprodução
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Na cidade de Simões Filho, a luta por atenção e suporte às mães atípicas se torna cada vez mais urgente no município. Rita Lima, uma das porta-vozes do Grupo Comunidade Atípica, trouxe à tona a dramática situação de uma mãe internada com diagnóstico de Burnout, resultado da pressão emocional enfrentada por aquelas que cuidam de filhos autistas sem o devido suporte especializado.

 

“Com muita tristeza, mas com autorização da mãe, eu posso passar para vocês essa informação agora. Burnout! Burnout é um estado de emergência por conta da descarga emocional que as mães atípicas vêm enfrentando, especialmente, aqui em nossa cidade. Nós já perdemos três mães, e hoje, estamos com essa mãe, que é uma das nossas mães atípicas, que está com os filhos sem terapias e sem rede de apoio.” destacou Rita, ao evidenciar a gravidade da situação.

 

Em um apelo contundente ao prefeito Devaldo Soares, Rita questiona a indiferença do atual gestor municipal para com as causas e a demandas e necessidades das mães atípicas e das crianças e jovens neurodivergentes na cidade: “Aí, eu pergunto para o senhor, prefeito, até quando o senhor vai fazer descaso da gente, fazer de conta que nós não existimos, que nossos filhos não existem e que nossas mães não existem? Acorda, prefeito! Acorda!”


Veja vídeo:


 

A declaração de Rita Lima não só expõe a fragilidade do sistema de apoio a essas famílias, mas também clama por uma ação imediata para evitar que mais vidas sejam perdidas na batalha contra a falta de atendimento especializado e o reconhecimento das necessidades das mães atípicas.

 

Redação Notícias do Poder

 
 
 

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