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“A INCLUSÃO DE VERDADE NÃO EXISTE NAS ESCOLAS”, expõe Rita Lima sobre a falta de educação inclusiva na rede pública de ensino de Simões Filho

  • Foto do escritor: noticias dopoder
    noticias dopoder
  • 18 de mai.
  • 1 min de leitura

Uma das porta-vozes do Grupo Comunidade Atípica e Mãe Atípica denuncia a falta de apoio e estrutura nas escolas públicas, ao questionar a efetividade de um plano educacional adequado e a ausência de políticas públicas de inclusão para crianças neurodivergentes


Reprodução
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Em um desabafo que ressoa o clamor de muitos, Rita Lima, uma das vozes mais ativas do Grupo Comunidade Atípica e Mãe Atípica de Simões Filho, expõe a dura realidade enfrentada por crianças com necessidades especiais nas escolas municipais. Em meio a promessas de novos kits escolares e a abertura de creches, ela questiona: “Será que essas creches vão ser só mais um depósito para nossos filhos? Porque a inclusão de verdade não existe nas escolas!”

 

A preocupação de Rita vai além da retórica política. Ela culpa a atual gestão da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), pela falta de um Plano de Educação Individualizado (PEI) e a insuficiência de profissionais de apoio, ao afirmar que as terapias contínuas e a verdadeira inclusão são apenas promessas vazias.

 

“Cadê o PEI [Plano de Educação Individualizado]? Cadê os profissionais de apoio? Cadê as terapias contínuas? Prefeito Del, você vai ver minha cara muitas vezes.” desabafa ela, ao deixar claro que a luta por justiça e inclusão apenas começou.


 

Com a educação inclusiva em xeque, a comunidade se une em busca de respostas e soluções por parte da Prefeitura, através da Secretaria de Educação. O grito de Rita é um chamado à ação, e a luta por direitos iguais na educação se torna mais urgente do que nunca.

 

Redação Notícias do Poder

 

 
 
 

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